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Voluntariado

A doação pode ser também de tempo, de carinho, de atenção, de conhecimento. É o que fazem os voluntários do IPC, profissionais das mais diferentes áreas, pessoas com as mais diferentes experiências, estudantes com as mais diferentes ideias que se encontram aqui e geram transformação. Quer fazer parte desse grupo? Entre em contato com o setor de Atendimento Psicossocial.

Depoimentos:

Quando me tornei baixa visão, fiz atividades no Centro de Atendimento Educacional Especializado, onde conheci muitas pessoas e também o IPC, e me coloquei à disposição para ser voluntário, pois sou espanhol e professor e gostaria de dividir com outros o meu conhecimento. Presto serviço de voluntariado no instituto desde 2014. Através do serviço voluntário, pude sair do meu casulo, em que algumas vezes as contrariedades podem levar à solidão. Sinto-me muito feliz, pois, além de ajudar aos outros, sinto-me útil. Arthur Schopenhauer dizia ‘só uma vida que é vivida pelos outros vale a pena de ser vivida’”. – Cayo Martin, professor de espanhol para jovens, adultos e idosos no IPC.

Em maio de 2016, eu soube de uma ‘vaga de trabalho’ aqui, por meio de uma colega na área da música, e fui verificar. Depois de uma boa conversa e de uma calorosa recepção de braços abertos por parte do instituto, eu aceitei. Desde então, tenho criado laços de amizade com meus alunos, que são o motivo principal pelo qual continuo sendo professor. O desenvolvimento deles se torna uma vitória para mim. Como professor de violão, tenho alunos de várias faixas etárias, em sua maioria, jovens. Tenho aprendido bastante a cada aula, pois é necessária uma adaptação e uma reeducação minha, como professor, para lidar com meus alunos cegos e ensiná-los de uma maneira mais eficaz. Agradeço ao Instituto Paranaense de Cegos pela oportunidade, pois tenho desenvolvido cada vez mais a minha experiência profissional”. – Giuliano Pereira Aurichio, professor de violão no Projeto Ver com as Mãos, do IPC.
 

“O que despertou em mim a vontade de dar aula de yoga no IPC foi que, há muito tempo, tive uma aluna cega (Carol) em uma escola onde eu trabalho e que marcou a minha vida. Havia um semblante de alegria ao colocá-la nas posturas e tornou-se meu sonho conhecer o mundo destas crianças. Foi um desafio e eu adoro, estou aqui desde 2013. A oportunidade que o IPC abriu pra mim foi um desafio maravilhoso e eu tornei meu sonho realidade”.Neide Manzoni Tauchmann (Neidinha), fonoaudióloga e instrutora de Yoga no Projeto Ver com as Mãos, do IPC.

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Crédito das fotos: Marya Rodrigues.
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